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16/07/2012

Cresce número de Mulher-Pea

Aumenta 144%   o número de mulheres no trabalho.

Ótima notícia, não é não?  NÃO!!! A  proporção continua maior para o lado masculino de inserção no trabalho, ou melhor, na População Economicamente Atica (PEA).
Os 144% de aumento de mulheres no trabalho, ou 9%  de crescimento na proporcionalidade, são apenas da América Latina e Caribe, que perderam apenas para a África do Norte e Oriente Médio.

Agora, presta muita, mas muita atenção, nas CAUSAS que levaram a este crescimento no número de mulheres no PEA. Leia duas ou mais vezes e depois escute o áudio no link abaixo.

 

“ Os motivos pelos quais as mulheres em geral, e sobretudo as casadas,
mergulharam no trabalho pago
não tem relação necessária com sua visão social e dos direitos das mulheres.
Talvez se deva à pobreza,
 à preferência dos patrões por elas serem mais baratas e mais dóceis,
ou simplesmente ao crescente número  de famílias chefiadas por mulheres.”

 

Página 25 do livro Mundo em Crise- a libertação e o abandono de uma sociedade,
Claudia Kodja, ao citar  Hobsbawn, 2006, p. 305-307.

Pois agora clique abaixo e me escute.


07/07/2012

Married women are docile at work

In twenty years, 1980-2000, the number of women "available" in the global labor market has increased 50 percent. In Latin America, exploded by 140 percent. How wonderful. Nothing. Well, why listen to this:


"Industries flourished in the Third World, thirsting for female labor (traditionally less well paid and less rebellious than men) ... Anyway, the reasons why women in general, and especially married women, plunge into the paid work ... maybe if they were the preference of employers because they're cheaper and more docile. "


 Em vinte anos, 1980-2000, o número de mulheres “disponíveis” no mercado global de trabalho aumentou 50 por cento. Cá na nossa América Latrina, explodiu em 140 por cento. Que maravilha, né, maneca? Pois  ouça o do porquê disso:

“Floresceram indústrias, no Terceiro Mundo, sedentas de trabalho feminino (tradicionalmente menos bem pago e menos rebelde que o masculino) ... De qualquer modo, os motivos pelos quais as mulheres em geral, e,  sobretudo,  as casadas, mergulham no trabalho pago ...  talvez se devessem à preferência dos patrões por elas serem mais baratas e mais dóceis”.

Acabo de ler na página 25 do livro “Mundo em crise- A libertação e o abandono de uma sociedade”, de Cláudia Kodja, Editora Almedina, 2011.

Plim. Plim.
Acorda aí, ô feminista.
Esta vale a pena ler de novo.